9/26/2008

Mas... Que Livro Será Este?

Está aberto, até ao fim do mês de Setembro, um concurso de leitura destinado a todos os alunos que frequentam o 2º e 3º Ciclos na EB 2/3 Bernardino Machado.

Para participar, basta dirigirem-se à Biblioteca e tentarem descobrir qual o livro de que faz parte um extracto que lá se encontra exposto ( e também na entrada dos Blocos ).

Participem. Haverá PRÉMIO!

A equipa da Biblioteca

5/21/2008

A Turquia na nossa Biblioteca

A equipa educativa das Bibliotecas e Asli Koseyener – professora turca, assistente de Línguas do Projecto Comenius – informam que está patente na Biblioteca da EB 2/3 uma exposição com o tema “Turquia -geografia, história, cultura e língua”.
Os trabalhos expostos foram elaborados pelos alunos do 5ºB e do CIOSI 1 na disciplina de Inglês, sob a orientação da Asli e da professora Eugénia Almeida.

5/02/2008

DESAFIO DA SEMANA - RESOLVE

Lá se foram as economias!
O Pedro saiu de casa e fez compras em quatro lojas diferentes. Em cada uma das lojas gastou metade do dinheiro que possuía ao entrar nela. A seguir pagou 2 euros de estacionamento e, no final, ainda tinha 8 euros. Que quantia tinha Pedro ao sair de casa?

5/01/2008

EB1 do 1º CEB de Montelhão com o 5º lugar a nível nacional no PMATE









O Agrupamento de Escolas Bernardino Machado participou, nos dias 28 e 29 de Abril, no PMATE na universidade de Aveiro. Estiveram presentes alunos dos 1º, 2º e 3º ciclos onde tiveram oportunidade de testar as suas competências e conhecimentos na área da Matemática. Esta é uma actividade que incentiva o gosto pela matemática e é mais um recurso e uma estratégia para aumentar o sucesso.

Fazer mais, estudando mais e trabalhando mais são as garantias para a melhoria dos resultados na Matemática. Os resultados obtidos pelos alunos nestas olimpíadas da Matemática demonstram que trabalharam muito, treinaram muito, resolver imensos exercícios e só assim apareceram os resultados que merecem ser realçados:

5º lugar a nível nacional para a EB1 de Montelhão e respectivo prémio (equipas que contribuíram para o prémio – José Alexandre R. Ferreira e Ana Filipa F. Martins, nível 20 em 4 m e 54 s; João Paulo M. Costa e Ana Catarina F. Costa Melo, nível 20 em 5 m e 39 s; Rita Campos Ferraz e Ana Filipa R. Oliveira, nível 20 9 m e 59 s.
Por equipas obtivemos lugares honrosos no 4º ano: 16º, 17º, 22º, 25º… num total de 415 equipas.
No 3º ano e por equipas também houve resultados bons: 28º, 38º, 57º… num total de 315 equipas.
De referir que todas as 9 escolas do 1º ciclo tiveram alunos presentes no PMATE, num total de 28 equipas (56 alunos).

CLASSIFICAÇÃO GERAL POR EQUIPAS:
4º Ano de Escolaridade (participaram 451 equipas)
- 16º lugar – José Alexandre Ribeiro Ferreira e Ana Filipa Fernandes Martins
- 17º lugar – Mariana Ribeiro Oliveira e Maria João Figueiredo Alves
- 22º lugar – João Paulo Miranda Costa e Ana Catarina Fernandes C. Melo
- 25º lugar – Inês Manuela Pereira Azevedo e Ana Rita Oliveira Torres
- 49º lugar – Rita Campos Ferraz e Ana Filipa Rodrigues Oliveira
- 56º lugar – João Paulo Dias Fernandes e Alberto José Silva Costa
- 58º lugar – Ricardo Barão Dias Fernandes e Diogo Barão Dias Fernandes
- 105º - Sofia Ferreira Magalhães e Diana Sofia Azevedo Oliveira
- 106º - Nuno Lopes Dinis e Eduardo José Marques Carneiro
- 137º - Nuno Filipe Gonçalves da Silva e Helena Isabel Ferreira Fernandes
- 139º – Paula Cristina Silva Oliveira e Maria Catarina Sousa Fernandes
- 164º - Rui Pedro Oliveira Silva e Ana Rita Matos
- 179º - Paulo Ribeiro e Margarida Machado
- 190º - Cátia Sofia Andrade Oliveira e Ana Sofia Machado C. Oliveira
- 191º - José Pedro Machado Silva e João Braga Fernandes
- 201º - Olívia Maria Barbosa Costa e Fernando Manuel Gonçalves Coelho
- 216º - Romeu Abreu Guimarães e Carina Isabel A. Martins
- 270º - Tânia Isabel Mendes Silva e Ana Carolina Barbosa Rafael
- 273º - Felisbela da Costa Rodrigues e Bruna Filipa Ferreira Martins
- 305º - Diana Fernandes Freitas e Ana Cristina Carneiro Ribeiro

3º Ano de Escolaridade (315 equipas)
- 28º - Marcelo Fonseca Abreu e Luís Carlos Gonçalves Abreu
- 38º - Tiago João Oliveira da Silva e Inês Oliveira Machado
- 57º - Diogo Rodrigues Machado e Alexandra Lopes Cunha
- 67º - Mariana Ferreira Vidal e Beatriz Sá Campos
- 85º - Rui Filipe Costa Araújo e Diogo Miguel Baptista Faria
- 89º - Sofia Catarina Sequeira Cortinhas e Marcelo Oliveira Lima
- 140º - Sofia Alexandra Oliveira Machado e Maria Catarina Sousa Fernandes
- 182º - Daniel Gonçalves Mendes e Carlos Alberto Machado Silva

A todos os alunos que participaram de forma brilhante nesta actividade muitos parabéns que são extensivos aos seus professores. Continuem a trabalhar a matemática!
O professor: Manuel Oliveira

4/14/2008

O amolador.

Numa aldeia, aparece em cada ano uma pessoa que nunca tem data para aparecer.
Ela traz sempre consigo um carrinho muito engraçado, feito de rodas de metal, que se empurra à mão, e também uma gaita que guarda no bolso. Ninguém sabe o seu nome, de onde vem, onde nasceu ...
Ele entra na aldeia, a tocar a sua gaita, assustando a passarada .
Naquela aldeia, as mulheres procuravam nas gavetas facas e nas caixas de costura as tesouras .
Um homem gritava, com voz rouca, à procura de clientela.
De repente, aparece muita gente a ver amolar as facas e tesouras.
De tarde, não havia nada para afiar e o amolador foi-se embora.
As crianças perguntaram-lhe onde ia e ele respondeu-lhes que ia andando pelo mundo fora e que ia ficar atrás das serras .
Os meninos em sua casa esperavam pelo sono com impaciência porque a noite ia ser diferente.
Eles hão-de viver aventuras tendo como companheiro o amolador .

Ana Rita Torres e Felícia Oliveira - 4º ano EB1 de Mogege.

A noite diferente

Aquela noite, era diferente porque jantavam e punham um gorro de lã para ir à casa do senhor Trindade .
Quando lá chegaram , tiraram as castanholas, os ferrinhos, uma pandeireta e um bombo. O menino tirou do bolso uma flauta de cana.
Os meninos ensaiaram pela última vez e, o velho Trindade com a sua viola amarrada e muito bem afinada deu os primeiros acordes.
O avô disse aos meninos que não havia tempo a perder e que tinham de ir já embora.
Quando saíram de casa do Trindade, começaram a tropeçar nas pedras do caminho. Eles ríam-
-se dos tombos, pois era dia de reis e os meninos iam cantá-los.
Chegaram à primeira porta, e disseram :
-Dá-nos os reis ou quer que cante ?
Os da casa responderam :
-Cantem.
A viola do tio deu os primeiros toques, os cães ladraram e eles cantaram alegres. Os cães
continuaram a ladrar.
O senhor deu-lhes maçãs, figos,...
Quando acabaram de cantar os reis ,regressaram a casa do tio Trindade e puseram em comum tudo o que lhes haviam dado.
Leonardo - Pedro - 4º ano
EB1 de Mogege

Uma Noite Diferente

Aquela noite era diferente de todas as outras.
Todos estavam anciosos e apressados para sairem de casa .Pegaram nos seus instrumentos musicais. Sairam de casa e foram estrupiar à primeira porta.
Todos perguntaram se queriam dár-lhes os Reis ou que lhos cantassem.
Lá de dentro diziam :
Cantem-nos!
Além, os cães começavam a ladrar, acompanhando a música que eles cantavam.
Em todas as casas as pessoas davam-lhes vários frutos, doces saborosos e algum dinheiro.
No fim, quando voltaram para casa, cheios de sono e felizes, partilharam todas as coisas que lhes tinham oferecidos com os amigos.

Nuno Ribeiro - Sara Abreu - Inês Azevedo- 4ºano
EB1 de Mogege 14/04/2008

Como nasceram as zebras

Numa cidade muito famosa havia muitas zebras, havia também muitos cavalos.
As pessoas gostavam de andar em cima deles e não a pé.
Atravessar a cidade era uma enorme aventura, pois, de vez em quando, as pessoas eram atropladas.
Um dia, um Inventor muito conhecido arranjou uma maneira de atravessar a cidade, com muito cuidado. Esse inventor pegou numa zebra e atravessou com muita calma.
O presidente daquela cidade andou a pensar muito tempo num problema, esse, era que as zebras estavam proibídas de andar na cidade.
Ele mandou pintar as zebras, pois não havia muita tinta e então só pintaram às riscas. Essa cidade ficou satisfeita.
Por isso, é que ainda há zebras neste mundo!
Daniela Oliveira e Cláudia Rodrigues - 4º ano
EB1 de Mogege - 14/04/2008

A galinha Vadia

A Joana fez anos, e a avó deu-lhe uma prenda que era uma franga pedrês.
A menina ficou triste porque não gostou da prenda.
A Joana meteu a franga no galinheiro e depois deu-lhe o nome que ia dar à boneca: Clara Sofia.
Ela dava um bom punhado de milho e couves partidas.
Joana foi começando a gostar cada vez mais de Clara Sofia, ela era bem tratada e em pouco tempo ficou uma galinha vistosa.
Clara Sofia fez a menina esperar até ao anoitecer, a mãe da Joana costumava abrir a porta do galinheiro para a bicharada esgaravatar o quintal.
A franga desapareceu, e a Joana não pensava nela.
Houve um dia que a Joana se esqueceu da galinha.
A meio da tarde, a Joana teve uma supresa, Clara apareceu com dezassete pintainhos.
Joana Azevedo e Alexandra Salgado - 4º ano EB1 de Mogege.

A Galinha Vadia

Nos anos da Joana a sua avó deu-lhe de presente uma franga pedrês. Ela ficou triste com o presente.
A franga chamava-se Clara Sofia.
Ao longo dos dias, Joana passou a gostar cada vez mais da galinha que começou a ficar bonita.
Um dia, a galinha desapareceu e Joana ficou triste e preocupada pensando que uma raposa a tinha comido.
Passados muitos dias, a Joana encontrou Clara com muitos pintainhos.

Bruna e Felisbela - 4.º ano
EB1 de Mogege - 14/04/2008